Saudade não mais
Os seus cabelos grandes Projetam-se pela sacada. Diante de meus olhos já não és estranha, Mas sim amada.
As plantas e flores perfumam-se Num coquetel de briga em pleno ar. Desistem elas de seus odores Porque querem te cheirar.
Abro as portas do paraíso, Deitada em um berço tu estais. Os meus desejos encontram teu sorriso, Já não sinto saudade...Não mas...
(Sergio Filho)
Escrito por sergio.hosted às 17h40
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Finding Peace
Where are you now, But inside my heart? I´m following traces, and still, i can´t find your walk.
Maybe i just had a dream, About a woman, someone like you. Your eyes, deep like a sea, and mine, falling in love, like a fool.
I try to keep myself Inside of this dream, like a fight. Doing thousants of praying To be dreaming of you, all the night.
I try to scream, to cry, But i keep stopped at the same place. Waking up in the middle of dawn, swet... Let me find you, Love, Let me find...peace.
(Sérgio Filho)
Escrito por sergio.hosted às 19h45
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As horas se anulam, Diante de mim um vôo na mente. Eu sou uma ave sem sul e norte, Não há passado para trás, nem futuro a frente.
Somente o céu é testemunha Com seus olhos infinitos que pairam no ar. Talvez não se veja um firmamento, Já que daqui de cima tudo é chão.
E cabe na palma da minha mão Tudo o que me faz bem. Jogo aos céus tudo que me destrói, Mas não cabem.
Um sorriso se anula, Dando silêncio, leveza. Junto o que me faz bem e o que destrói, Vindo harmonia, sendo beleza...
(Sérgio Filho)
Escrito por sergio.hosted às 18h26
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Esta comoção
Em meu coração, Afetos e desfeitas estão de mãos dadas.
"Talvez a nota de desespero seja uma música prestes a nascer em alegria."
Em minha canção, contando em miúdos, As letras parecem mais desesperadas.
"Mas pode a angústia virar um consolo, e retorna aos olhos alguma razão."
E todos os fatos tornei emoção, Todas as sentenças ficaram seladas.
"Durante o decorrer de tua comoção as feridas ficaram marcadas."
Enfim redescubro com vida em mãos Que o amor que procuro tornou-se charada...
(Sérgio Filho)
Escrito por sergio.hosted às 22h40
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talvez já fosse dia, apesar da noite dançar inda no céu. azul, mais que de costume, estava, e da noite que passou ficou teu mel.
já estava em minha tentativa de seduzir as ruas diante da sacada. com meu busto retorcido, as costas já curvadas, olhava para ti e para a rua...minhas duas namoradas.
a corrente de ar, fria cantarolava, como uma rapariga a procurar clientes. a rua se mexia rebolando, sedutora, e embriagava velhos trausentes.
O pão que teria que comprar no cigarro que fumei esqueci. na cama que contigo pude gozar agora me perdi...
(tucaninho)
''eu sou poeta e não aprendi a amar...'' (cássia eler)
Escrito por sergio.hosted às 13h01
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lá vão mais duas das três borboletas, que voam. benditas delas, que são belas,
espalhando alegria muda aos dias.
a natureza nomeiou-as princesas, e com merecida designação esvoaçam. meu sonho, princesas, é estar nesse baile
e que através dos olhos eu fale minha admiração.
tenho nos olhos a motivação d´um artista, que se enternece na beleza do feio aos olhos sãos. tenho na mente a intensidade dos loucos,
sensível aos impulsos, de amor e imaginação.
o brilho de meus olhos é dádiva mas não para mim, que sou apenas iluminado. a verdadeira luz me vem do brilho de teus vôos,
que bate em meus olhos e neles são imitados...
Escrito por sergio.hosted às 19h20
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Me lembro bem, da época em que vivia um sonho. Tua pele era meu manto... num tanto, de amor sem tamanho.
eram tempos inocentes, nossos desejos eram eternos. teus olhos pousavam nos meus, sonhávamos outras vidas...dois fetos.
Me sinto como Adão, perdi o paraíso e o rumo. E agora vivo pois ainda há o que viver, mas digo-te...não muito há sem você.
agora...?
basta sonhar e agradecer, pelo menos rechear a vida comprida. não falta te querer, te tive e tive de perder. bem-vinda, ao vivo, a minha vida.
(tucaninho)
Escrito por sergio.hosted às 14h27
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so distant alway there lies her. where angels fly for fortune, the wristles keep tied up.
another time has come another tear has gone away. for now she only feels it, like a wind upon her face.
but his name is fammiliar, yeah, he keep telling about love. he wants her as a princess, take her to the sky...and above.
his white wings flying, he only flyes to love once more. tattoo´d in his mind there´s the blue beloved.
blue beloved one, that´s the way he call up for an angel. blue beloved, come, let´s feel what each other did feel.
(Seg Son)
Escrito por sergio.hosted às 14h53
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i see in my mind, and yeah! it looks like the heaven. the way you are, the way i see, you´re here with me...and there.
let love in... you made me dry my tears. with all the kindness i ever saw, so why, why should i have fears?
and all these scars, it just makes me feel better now. i love your vibe, and love your say, i don´t bother for distance, no matter how.
let love in... you made me dry my own sadness. with all the peace you have, give me your hands...we´ll make hapiness.
(Ség. Son)
Escrito por sergio.hosted às 09h16
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i never saw you baby, but in mind i never needed. my soul exists now to think about you, even the nature conspirates in your favor.
no pain or disease can beat me up ´cose you´re my panacea. i know, we´re distant and so much, like a distance of the sea.
in the most beautiful dreams i never saw such kindness like you. and when i think that i never knew this, i see...that all my past i was a fool.
now, let´s carry on, you have the right and the key, drive me! let´s leave this world to go to fantasy... and there, maybe there, mine you can be.
(Serg. Son)
Escrito por sergio.hosted às 17h40
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Balé de ti.
Um balé
senhorita dona deste balé, que drama e delírio é te ver dançar. tua dança é tanta, que mesmo terminada inda há de encantar.
teus olhos cativos e verdes pululam como borboletas que pairam no ar. e eu cá destas paredes, não tenho vida se não for pra te contemplar.
suas mãos macias e brancas fazem gestos tão cheios de graça, eu cá nestas vistas brandas já não quero saber o que fora de ti se passa.
as horas se passam e a cada passo eu me derreto. meu papél é teu palco, faltam palavras, faltam meu folêgo e quartetos.
e a essa hora eu me esqueço, em meu papél já não há soneto. as luzes se apagam e você se vai, mas meu lápis te escreve, assim como dança teu sapato preto.
(tucaninho)
Escrito por sergio.hosted às 19h54
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onde está minha vida? já não sei se ela vive, e tenho medo. não tenho vida, se por acaso não for ela o que desejo.
e estão de prova as minhas alegrias, deixei-as logo depois dessa grande festa. se essa vida só conta na felicidade, acho que já morri...copos e pratos são o que me resta.
Meu corpo te espera, porque foi a ti que conheceu. e eu choro feito menino, eu tenho medo porque tirando isto o resto morreu.
só minha fé me mantém, e a esperança alimenta minutos, nos instantes. deixei tentar permanecer vivo, aliás, que vivo deixei de ser...agora só se vê um desejo.
e eu desejo feito mendigo, desejo mesmo que voltes pra mim. as estrelas são testemunha, de fato, sou teu em três...começo, meio e fim...
(tucaninho)
Escrito por sergio.hosted às 20h03
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Meu príncipe,
De dentro desta mente Te comtemplo pensativo, calado. Meu espírito poeta tem dó de ti, nesses tempos tão amargurado.
Tuas lágrimas não brotam meu príncipe, Será que tens medo de perder até o sofrimento? São sofridos os teus dias, dias de ilha, Que cobrem tua face com maquiagem de consentimento.
Á muito não vejo teu espírito guerreiro, Agora só existes, porque ainda não morreu. Há quem diga que grandioso és tu, Mas pequeno estás, morrendo calado no que já viveu.
Teu padecer é belo, cruel, mas belo. De tanta beleza conquistastes a morte delicada. E parece que só agora estarás sossegado... Em algum lugar...com a morte, de mãos dadas.
(Tucaninho)
Escrito por sergio.hosted às 23h41
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sabe princesa, o caminho me leva a você. tenho cicatrizes e arranhões, cada um contém um pouco de mim.
e terno é o céu que acompanha, pois nada é tão doce quanto seu anil. viajaste e encontraste outro porto, mas te espero...chegará março e abril.
ainda sim te esperarei, me perdoa tu, pois ainda te idealizo tanto. tanto em festas quanto em pelejas, estarei eu em risos e pranto.
agora princesa, cuida-te, tento aproveitar um pouco deste amor gentio do ofício. e lembro-me admirado, que nosso amor é feito fênix, queima forte e brasa em cinzas, não tem fim nem início.
(tucaninho)
Escrito por sergio.hosted às 17h11
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que graça se tem ao te ver assim príncipe? estará teu pensamento em alguém? sou eu a tua maluquice!
sou eu a tua amante, espada e escárnio.
que graça me tem, se te vejo longe até do sofrer? se pra mim o que é bem é judiar de você?
e agora que te fostes, não encontro outro que saiba melhor sofrer.
só tu meu príncipe, só tu sofrias caladinho naquela cela. e agora que te fostes, viraste áve, grandiosa e bela!
e então me pergunto, porque não me gozas ao olhar pra trás?
´´porque gozar, se tudo sofríamos juntos? e então, porque de rir se eu só queria paz?``
(tucaninho)
Escrito por sergio.hosted às 14h21
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